ÓRION,O BERÇO DA LUZ E DA TECNOLOGIA

Órion, o Berço da Luz e da Tecnologia.


(Parte do livro Ventos de Órion, disponível para venda em pdf – arquivo digital – na Loja Virtual)

Como nós já abordamos em trabalhos anteriores, principalmente no livro Confederação 2, a constelação de Órion, que também recebe o nome de Sistema Estelar de Satânia, representa uma grande parcela do interior da nossa galáxia, que compreende o setor de Auriga e Órion. Por esse motivo a denominação de Auriga-Orionis, onde existem milhares de astros de diversas magnitudes e classes gravitacionais e energéticas.
Essa Constelação é sustentada pela energia do Lanonadek Lúcifer, que também recebe o nome de BAAL, um Deus criador que ajudou na formatação material de diversas realidades onde as almas de Nebadon deveriam se projetar dentro do universo da dualidade, ou seja, dentro da polaridade que suas próprias almas e intenções manifestassem dentro das aventuras consciências que cada qual resolveu experienciar.  Muitos outros personagens que são confundidos com Lúcifer atuaram em planos sutis com grande poder e desvirtuaram a realidade das intenções que originalmente tinham sido plasmadas para o projeto existencial desse quadrante importante da Via Láctea e do grupo das 21 galáxias de livre arbítrio, onde estamos localizados.
Assim, cada alma que escolheu fazer seu caminho e dispunha de poder de manipulação, acabou por alterar muitos aspectos importantes das realidades alternativas desse grupo estelar, que por sua vez refletiu em toda a galáxia e nas galáxias vizinhas, pois poderosas Formas Pensamento estavam sendo plasmadas para o universo, dando origem a todo um processo Cármico que a maior parte das almas não tinha conhecimento. As realidades abaixo do Eu Superior são na verdade hologramas onde a alma se manifesta, da mesma forma que a nossa atual tecnologia desenvolveu hologramas de realidade virtual, onde brincamos em nossos vídeos games. A tecnologia desses seres permitia que a alma e a sua consciência se infiltrassem em magníficos sistemas computacionais nas realidades abaixo da 7ª dimensão, consideradas materiais, que se plasmavam até as realidades materiais da nossa densidade molecular e mais densas ainda, conforme os níveis que cada grupo de almas conseguia atingir em sua saga pelo poder e jogos de poder. Um jogo onde a alma ficava presa devido a ação criadora de suas formas pensamento. Assim iniciou-se todo um novo processo existencial quando nossas almas ficaram atreladas às suas relações cármicas para com o universo e para com suas irmãs, gerando os Impérios Estelares nos planos materiais onde as almas estavam impregnadas.
Como já foi colocado por Shtareer no Confederação, Satã era um Lanonadek secundário proveniente de um importante grupo estelar da galáxia de Arconis, que representaria o berço do grupo do Dragão Negro, que foi o pivô de muitos aspectos que verificaremos nesta nova mensagem das estrelas sobre nossa história e origem estelar.  Esse Lanonadek vinha através de Portais de Rígel em planos imateriais para Órion, onde acabou se unindo aos muitos trabalhos que Lúcifer desenvolvia na criação de mundos e estabilização dos programas existenciais para as diversas realidades que as almas deveriam vivenciar. Esse processo ocorreu há cerca de 10,3 bilhões de anos da contagem humana terrena onde a estrutura geométrica e gravitacional de Órion e da própria Via Láctea ainda estava em estabilização e com fortes impulsos rotacionais. Portanto as manifestações de vida material dentro do que a humanidade compreende como material, ainda não estavam consolidadas, devido à forte ação de ondas radioativas e campos gravitacionais de   elevado potencial, que não permitiam a estabilização de forma de alta densidade molecular como a do reino animal e vegetal.  No entanto, nos planos mais sutis onde a materialidade é menos densa, a vida estava sendo plasmada e estruturada para que gradualmente pudesse se fazer a materialização ou densificação desses protótipos de formas de vida, onde Lúcifer era um dos principais encarregados, tendo Satã como um ajudante e colaborador, que na realidade tinha suas próprias intenções de estender o império de seus superiores em Arconis, depois da manifestação poderosa da energia Mahatma no grupo das 21onde Arconis foi seriamente  remodelada. Na realidade, Satã era um fugitivo infiltrado em Órion.  Outro poderoso fugitivo e companheiro de trabalho de Satã foi o também o Lanonadek secundário Toalk que escolheu o berço da raça Draconiana para inserir sua vontade e planos de conquistas, seguindo assim junto com Satã planos de conquista e programação de um império de Almas subjugadas, que gradualmente pudessem derrubar a ação Crística de Micahel e seus seguidores. Esse poderoso Deus Paradisíaco que sustentava e ainda sustenta essa energia é conhecido no plano espacial como Anhotak, que foi um dos maiores projetores psíquicos desde o plano da 15ª dimensão para os mundos mais densos,  formatando uma poderosa Mônada de intenções e hologramas  do seu ideal de criação, onde todas as almas combinadas dentro dessa Mônada passavam a potencializar as Formas Pensamento que iriam invadir e subjugar a galáxia dentro dessa proposta de conquista e de poder pela alta tecnologia, que aproximaria os hologramas do poder de Deus. Por esse motivo, muitas das almas encarnadas dentro dos hologramas de Órion, se rebelaram contra Deus Micahel e o Absoluto e   propuseram que podiam ser mais poderosas que o Criador, pois a alta tecnologia que detinham lhes dava essa sensação, que era sustentada pelo poder Criativo de um ser equivalente a Micah, outro Filho Criador Paradisíaco, que manifesta diversos níveis de consciência dentro das realidades alternativas do grupo dos 21. Esse ser encontra-se infiltrado de diversas maneiras e tem ocasionado  muitos obstáculos a Micah, que por sua vez através de seu amor e sabedoria utiliza sua família de Arcanjos e Anciãos de Dias para irradiar a sabedoria do amor e desenvolver o poderoso e magnifico Projeto de Avatares e da senda Crística, que transforma as almas perdidas em magníficos Mestres Ascensionados, demonstrando que nada é por acaso no universo, pois a interação de Anhotak é permitida por ele ser uma parte importante no jogo da dualidade que cada alma escolheu manifestar além da própria vontade Divina desse ser, que é parte da criação. Ele é um oposto a Micah, mas também é parte de Deus e evolui gradualmente junto com seus filhos, tais como Toalk e Satã.
Iremos penetrar nos registros akáshicos desse tempo e reproduzir parcialmente os acontecimentos e diálogos dos momentos críticos que levaram a formatação da dualidade a níveis alarmantes dentro de Órion e sua influência no restante da galáxia.
Recuaremos no tempo para um valor aproximado de 475 milhões de anos, onde a estabilidade material da galáxia estava assegurada e milhares de formas de vida dentro da materialidade de 2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª dimensões estavam há milhares de anos plasmadas. Há cerca de 1.8 bilhões de anos as formas materiais de 3ª e 4ª dimensão estavam plasmadas nos mundos mais estáveis da galáxia, mundos onde o campo gravitacional e radioativo estavam harmônicos, permitindo a manifestação de vida material e de suas ramificações e testes dos protótipos mais sutis que tinham sido plasmados anteriormente. Entre 679 milhões a 475 milhões de anos atrás, começou a ser formatada a manipulação psíquica e genética da maior parte das raças, pois antes disso a proliferação racial e manifestações das almas estavam muito atreladas aos planos sutis, devido ao processo natural de ajuste bioenergético dos hologramas e dos corpos sutis. Assim, antes disso, as tentativas de Toalk e de Satã não tinham sido plasmadas para a matéria, mas somente nos planos dos arquétipos espirituais sutis de cada protótipo racial e dos grupos de almas que tinham se comprometido com a energia criadora de Anhotak.
O planeta Órion, um mundo de proporções bem maiores do que as da Terra, próximo ao tamanho de Saturno, com cerca de 107.456 km de diâmetro equatorial e 98.500 km de diâmetro polar, um mundo com natureza variável, onde além das selvas e savanas semiáridas, existiam grandes desertos de rochas e cadeias montanhosas com mais de 24 mil metros de altura, rico em oxigênio com taxas próximas aos 37%, contra nossa taxa aproximada de 21% do mesmo composto. Esse mundo é confundido como sendo o foco de muitos problemas e as pessoas acreditam que a Constelação de Órion seja toda um grande polo de trevas, o que é um grande engano. Órion como planeta, orbita uma estrela variável próxima às 3 Marias, estrelas centrais de Órion onde temos o Cinturão, composto do nosso ponto de vista ocular pelas estrelas Alnitak, Mintaka, Alnilan e Algjebbah, todas muito próximas à espada do grande caçador que é a nossa representação para Órion. O planeta Órion fica atrelado a uma estrela que recebeu o mesmo nome por muitas raças, mas que possui um arquétipo ligado ao nome de Atutak, que é uma simbologia ao primogênito brilhante, por estar associado a projeções energéticas de um poderoso Pulsar, que existe em um plano alternativo da 5ª dimensão muito próximo a essa Estrela. O sistema onde essa estrela se localiza, há cerca de 25 anos luz de Alnitak é composto por 43 planetas e planetoides de pequeno porte semelhantes a Plutão e nossos asteroides, que também são decorrentes dos processos naturais de ajuste orbital e gravitacional dos planetas maiores, que ficaram presos à atração gravitacional dessa estrela variável, que é de cor azulada e possui 4 vezes o tamanho do nosso Sol.  Esses mundos com o tempo acabaram se tornando a central administrativa das 7 raças predominantes dentro desse quadrante de Satânia.  No entanto, outros pontos com grande poder de desenvolvimento também foram se estruturando dentro dessa Constelação, como nas proximidades de Rígel ao sul junto com a outra estrela gigante Saiph, que por sua vez iniciaram seus processos de invasão e colonização dos aglomerados de M43 e M42.  Na região norte outro foco de poder e interesses políticos de grande envergadura surgiu entre Betelgeuse que é a Alfa em brilho dessa constelação e de Bellatrix, que por sua vez usaram as energias e planetas do pequeno aglomerado de poeira de Heka para sustentar seus próprios planos administrativos e de expansionismo. As formas de vida desenvolvidas no planeta Órion, eram em grande parte Draconianas e Insetos com grande capacidade de adaptação ambiental, que por sua vez possuíam genes do arquétipo Adâmico, que tinham sido inseridos por Lúcifer e seus colaboradores milhares de anos antes, ainda nos planos sutis. Esse sistema Estelar ou Solar, era um importante ponto estratégico, pois ele fica em uma relação geométrica de vista para as profundezas da nossa Via Láctea, não no plano como nós vemos as fotos desse sistema, mas sim ao fundo de um importante corredor de acesso a outras partes não registradas pela nossa posição orbital da Terra. Esse corredor dá acesso a outras constelação e mundos com grande potencial mineral e energético que também foi colonizado e multiplicador de diversas formas de vida.  Esse corredor permitia um acesso direto ao aglomerado de Aldebarã e as Híades, bem como passagem para as Plêiades.  Portanto, a posição do Sistema Solar de Órion era um ponto de vital importância para os interesses de Satã e seus colaboradores, pois com o poder sobre esse sistema, seria possível desenvolver a dissipação do vírus do poder e da corrupção através de seus enviados encarnados, que mantinham a consciência do jogo político que estava sendo implantado nesse setor.
Um fator que pode parecer superficial, mas é de vital importância ao expansionismo dessa civilização era a sua pequena distância de Alnitak, 25 anos luz, equivalente à distância da Terra até Vega, permitindo assim um forte raio de ação das Formas Pensamento que cada alma gerava em seu processo criativo. A cristalização material dentro da 3ª dimensão física desse mundo, se iniciou há cerca de 645 milhões de anos, em paralelo com manifestações também materiais da Terra. Na realidade existiram outras nesse planeta, mas dentro da 4ª dimensão bem anteriores, que conseguiram se libertar e evoluir para patamares bem mais sutis, que atualmente estão ligados ao arquétipo dos Arcanjos e Anjos de Órion, civilizações que existiram há mais de 3,4 bilhões de anos, que tinham como materialidade a densidade da 4ª dimensão. Essa realidade não aceitou a interferência de Satã e seus delegados. No entanto, parte do vírus ficou latente e foi se plasmando dentro da civilização que estamos narrando, dentro deste período que em paralelo coexistia com a Terra, Maldek e Marte, que por sua vez seriam referenciais importantes para o envolvimento dos principais grupos estelares da galáxia.
A parcela do código genético e genes da estrutura Adâmica, permitiu que parte dos Draconianos desse mundo sustentassem uma semelhança com os humanoides na sua estrutura fisiológica. Eram os primeiros protótipos da forma Draco que viria a ser obtida em Vega pouco depois. Essa raça manifestava capacidade bem mais refinada de percepção extra-sensorial em relação aos outros draconianos, pois as outras formas de vida draconianas que desenvolviam a percepção consciencial individual eram mais robustas e animalescas, devido ao seu elevado poder de adaptação para a sobrevivência em diferentes situações ambientais. Assim, esses Dracos que denominaremos de Alfa Dracos tinham uma capacidade cerebral e racional bem mais desenvolvida e penetrante que seus irmãos e parentes planetários. Por essa razão passaram ao longo de poucos anos de reprodução a estruturar sua civilização para liderar e conquistar uma forte aliança com seus irmãos, não dividindo forças como já tinha ocorrido em outro setor do planeta com outras divisões raciais que lutavam entre si. Todas essas formas de vida possuíam inteligência e viviam em comunidade, pois eram o resultado criativo das antigas civilizações de outras eras, que já tinham ascensionado para patamares mais sutis. Portanto, eram o resultado genético material que não tinha conseguido se elevar ao caminho Crístico, onde a manipulação de Satã e outros semelhantes estavam presentes, sem que Lúcifer tivesse percebido, ou permitido, pois existe um aspecto da onipresença de Lúcifer que deixa margem à possibilidade que ele tenha sido omisso e com isso permitiu muitas das manipulações de Satã e Toalk. Assim como a ação de Anhotak era um fator que Lúcifer detinha pleno conhecimento, pois o encontraria em muitas reuniões do Conselho dos 12 e do Conselho Cármico, junto com Metraton que era seu conselheiro e intermediário com Micah.
A raça Alfa Draco conseguiu unificar todas as divergências raciais e intelectuais criando uma civilização em castas e gradualmente em socialismo, onde cada qual participava de forma aberta para a comunidade, fazendo assim, que a unificação consciencial se tornasse cada vez mais coesa.   Dentro das 7 manifestações raciais principais do planeta Órion, existia a raça Cenak, que possuía poderes de projeção mental e materialização de objetos do plano astral, que eram usados para ajudar na formatação da tecnologia que os Alfa Dracos estavam plasmando pela sua intuição. Com isso os Cenak e os Alfa Dracos detinham um poder de penetração consciencial muito profundo no restante da civilização. Essa união ajudou a sedimentar uma poderosa tecnologia onde a ciência computacional e psíquica foi sendo composta para gerar uma tecnologia inédita nesse quadrante, que lhes permitia através de psicometria cerebral vasculhar os outros planetas e verificar o tipo estrutural dos astros mais distantes, como se fossem projeções mentais via satélite. Esse método é usado ainda na atualidade pelos projetores de consciência do Sinistro Governo Secreto da Terra, que estão ligados a ramificações desse grupo.
Gradualmente os habitantes do planeta Órion desenvolveram sua tecnologia de navegação sideral, o que lhes permitiu visitar os planetas vizinhos e lá construírem bases avançadas para a colonização lenta, mas consistente desses outros mundos. Nem todos tinham as condições ambientais necessárias para sobrevivência das 7 raças do planeta Órion e por esse motivo grandes complexos na superfície e posteriormente no subsolo foram construídos, para validar o processo de colonização. Assim como foram criados grupos de trabalho e comunicação com as formas de vida existentes em cada mundo, para estudá-las e enraizar lapsos de amizade e colaboração mútua.  Dentro desse processo eles encontraram cerca de 630 formas de vida com capacidade intelectual e desenvolvimento que merecia ser explorado para a formação de uma nova linha existencial de comunicação social onde essas formas de vida foram sendo treinadas e estudadas para que pudessem se desenvolver junto às raças dominantes do planeta Órion. Nesse papel a raça Cenak   foi a que melhor pôde ajudar no projeto, pois com suas capacidades psíquicas, pôde ajudar a desenvolver uma comunicação e troca de favores, evitando assim as guerrilhas e mal-entendidos.
Os 43 astros desse sistema foram lentamente explorados e anexados como um poderoso anel de vigilância, pois as pesquisas psiônicas indicavam que nas regiões próximas a Alnitak, existiam outras formas de vida com elevado potencial, além das captações do plano etérico que eram por onde os Cenak se projetavam normalmente. Assim, os povos de Órion estavam preocupados em construir em pouco tempo uma poderosa rede de proteção e vigilância. Como a taxa de crescimento e natalidade dessas raças era extremamente elevada, todos os recursos minerais e tecnológicos foram canalizados para em poucas gerações desenvolver sistemas de anéis de defesa e ataque ao longo dos planetas próximos a Órion. Assim, cada anel interno era estruturado para gerar um poderoso campo de energia e de armas de defesa, que poderiam invalidar a penetração de naves dos anéis externos. Esse tipo de estratégia tinha sido canalizada de entidades etéricas sustentadas pela egrégora de Satanás, que ainda não tinha entrado na consciência dessas almas, mas estava latente, devido às manipulações genéticas de predadores que estavam sendo trabalhadas sutilmente.
A energia de BAAL estava presente como uma divindade inatingível, mas profundamente ancorada no coração e na intuição desse povo, o que fundamentava uma profunda  linha religiosa intima, sem adorações a imagens ou instituições religiosas como as nossas.  O arquétipo de BAAL era justamente semelhante aos draconianos e reptilianos, portanto BAAL é um arquétipo Draconiano com diversas descrições, adaptadas para a forma de cada grupo local conforme a sua identificação com essa divindade espiritual, que alguns dos sacerdotes podiam canalizar e vislumbrar em suas projeções mentais e astrais. O interessante desse processo é que as outras localidades de Satânia também faziam suas captações e criavam sua representação de BAAL à sua semelhança, o que explica tantas representações e lendas sobre essa divindade, que também em outras esferas recebeu o nome de Lúcifer, o Arcanjo de Luz criadora, que era o 37º depois de Micah dentro da hierarquia estrutural e criativa da nossa Galáxia.
Os outros focos como Rígel, Bellatrix, Betelgeuse e as 3 Marias sustentavam por sua vez também o desenvolvimento racial e intelectual de milhares de formas de vida, que variavam desde grandes Sáurios, que são derivações dentro do arquétipo Draconiano até as formas aladas de grandes aves e inclusive o arquétipo Adâmico dos humanos. No entanto, para que possamos explicar melhor a ramificação sobre os Draconianos e o complexo processo existencial das diversas formas raciais que existem dentro desse arquétipo, de forma semelhante às diversas raças humanas dentro da Terra, vamos explorar um pouco mais as ramificações que são conhecidas na Terra.

Sáuranos
Como o nome descreve, raças ligadas ao arquétipo dos Sáurios, que envolvem diversos tipos de seres que são parte do arquétipo dos Draconianos. Este último é muito amplo envolvendo cerca de 700 espécies, que tiveram a sua origem primordial na estrutura de répteis e dinossauros.   Segundo alguns registros akáshicos secretos, os Grays possuem dentro de sua estrutura genética derivada de Vega, um percentual de genética Saurina, portanto, ligados sutilmente ao que normalmente é denominado como draconiano pelos nossos canais na Terra. Na realidade existe uma grande confusão com relação ao termo ou denominação draconiana, pois as pessoas os discriminam como sendo grandes e perversos répteis, o que não é verídico, pois sendo uma forma racial com cerca de 700 derivações, muitas delas são de poderosos seres de amor e Mestres Ascensionados, da mesma forma que nossa raça humana que dentro de suas raças, detêm pessoas atreladas à luz ou às trevas e por esse motivo não podemos generalizar. A energia genérica dos Draconianos, está presente dentro do arquétipo da constelação do Retículo onde está o centro de operações de colonização e invasão dos Grays e muitos Zetas. Em Sirius também existem diversos mundos onde o arquétipo de Sáurios e, portanto, draconianos estão manifestados, assim como muitos insectoides que poderiam ser diferenciados entre uma das linhagens derivadas dos antigos draconianos de alguns bilhões de anos em nosso passado estelar. Onde essas ramificações foram condicionadas através de seleção natural e manipulação genética, de acordo com as necessidades de cada planeta.
Como já foi exposto no  livro Confederação 2, a espécie draconiana e suas 700 derivações estão presentes em milhares de pontos da nossa galáxia, portanto são uma raça primordial devido as suas características de sobrevivência em ambientes extremos, assim como muitas formas humanas geneticamente desenvolvidas possuem capacidades superiores a de muitos draconianos, como é o caso dos oxtornenses e ertrusianos que podem suportar situações ambientais além dos draconianos de muitos mundos centrais,  resultado de uma trabalho genético de  centenas de anos de estudo onde uma poderosa liga militar muito mais capacitada que os MIBs  foi criada e atua como a polícia temporal e vigilância da Confederação. Esse grupo de humanos é capaz de se infiltrar em milhares de realidades dimensionais e atuar com seus plenos poderes mentais e espirituais. Foi uma forma humana dessa, que relata a experiência no livro de Maldek[1], assim verifica-se as capacidades que foram inseridas dentro das manipulações do GNA adâmico e super-adâmico que foi desenvolvido em outras localidades da Via Láctea, onde um outro império existe muito além dos limites de projeção do que está situado em nosso pequeno quadrante, dentro de um raio de ação de 4.700 anos luz, que envolveu parte dos efeitos da grande Rebelião de Lúcifer.  O Planeta Órion e seu pequeno império estava justamente em uma posição estratégica, que permitiu um acesso a outras realidades e regiões da nossa galáxia além da fronteira limite desses 4.700 anos luz, onde a navegação espacial se concentrou de forma mais densa.
Os outros lugares da galáxia a que me refiro, estão há mais de 35 mil anos luz de distância e envolvem outras realidades onde a luz e a raça humana são maioria, por serem centros de canalização do arquétipo humano e Adâmico há milhares de anos, que serviram como alicerce para inserir o projeto Adâmico em Lira há cerca de 9 bilhões de anos. Essas outras realidades da Via Láctea se materializaram há cerca de 1,2 bilhões de anos para sustentar as energias de equilíbrio ao que estava sendo manifestado neste nosso quadrante de Satânia.
Se analisarmos em particular o que vemos do espaço sideral, verificaremos que a maior parte são nossos vizinhos dentro de um campo relativo de no máximo 1.500 anos luz, onde os processos de colonização se manifestaram de forma muito mais ampla do que podemos imaginar. Eles eram capazes de alcançar sistemas vizinhos com sistemas de propulsão a vácuo multidimensional em alguns dias ou mesmo horas, mas isso não ocorre quando se pretende alcançar outros setores, porque o nosso quadrante está envolto por uma poderosa barreira de frequência dimensional e psíquica que impede grande parte das raças mais densas de atravessá-la, assim como ocorre com a barreira de Frequência da Terra, que não conseguimos ultrapassar com nossas baixas  frequências cerebrais e  psíquicas.
Verifica-se então, que as nossas limitações raciais e culturais, impedem que possamos realmente compreender na íntegra a grande salada racial e diferenças políticas entre muitas dessas delegações aqui presentes, que alegam seu direito de posse sobre a Terra. Isso por que ela já foi berço de diversas raças Draconianas e Sáurios, assim como nossos registros arqueológicos demonstram na época dos dinossauros.  Da mesma forma como cada país da Terra possui a sua política e jogo de interesses, essas delegações e grupos também possuem seus interesses particulares e opiniões além de planos sobre o que fazer e como fazer na Terra, onde a raça humana em muitos aspectos é o ponto problemático da questão.
Gradualmente, a Constelação de Satânia foi sendo povoada por diversos grupos que aos poucos desenvolviam suas tecnologias de viagem no espaço, ou projeção mental e astral no espaço, o que também criou uma importante linha tecnológica dentro da realidade holográfica da 4ª dimensão. Isso, por outro lado, foi a base para a criação de futuras realidades quando a tecnologia estivesse ainda mais amplificada e avançada.
Gradualmente a ação nefasta de Toalk e Satã estava sendo inserida na consciência dos povos dos setores mais promissores. Assim, a energia de Maladenity e de Bashavi-Shiva Relt também iniciaram a sua trajetória de manipulação encarnacional dentro das realidades mais densas, dando assim origem à primeira linha operacional material de almas conscientes dentro dos hologramas das encarnações em Satânia.
O ponto de sustentação do arquétipo humano dentro de Satânia do ponto de vista  econômico e estratégico estava em Betelgeuse e Bellatrix, onde a forma humana Adâmica estava em franca expansão e oposição política a determinadas linhas Draconianas de Rígel, que por sua vez eram independentes e sustentavam um crescimento  muito  intenso, que formava uma terceira potência, que consolidava os 3 aspectos  econômicos e colonizadores de Satânia entre Órion, Betelgeuse e Rígel, sendo o ponto mediador o cinturão das 3 Marias, onde um grande plano espiritual se manifestava através do arquétipo da Mestra Rowena, a mesma Mestra Ascensionada que é a nossa Chohan do 3º Raio Rosado, que por sua vez trabalha com Metraton. Foi através desse centro energético que surgiu a grande Fraternidade Rosa de Órion, que desenvolveu diversos projetos e ações militares e políticas para reduzir os efeitos negativos da polaridade, que iriam criar uma grande trama computacional e um holograma dentro de um holograma, sem que as almas percebessem que estavam sendo aprisionadas gradualmente em suas formas-pensamento distorcidas, devido a relação cármica que isso gera.
Dentro do plano espiritual da 5ª Dimensão e protetora do Portal estelar 3, está o arquétipo da nossa amada Mestra da Misericórdia Kwan Yin, que dentro da estrela de Alnilan desenvolveu diversos projetos de luz e conhecimento direcionados para o grande Dragão. Por esse motivo que ela tem sido identificada com o Dragão como seu doutrinador. Na verdade, porque ela e sua equipe que trabalhava diretamente com Rowena, desenvolveram importantes projetos de inserção de memórias e biochips para despertar os Draconianos e unir esforços com os já ascensionados Draconianos das eras anteriores que também não estavam de acordo com o rumo dos acontecimentos e com as manipulações de Satã e sua equipe. No entanto, o poder direto de Anhotak é real e foi um grande foco de oposição que exigiu a intervenção do Arcanjo Gabriel e Miguel em muitas situações que inclusive obrigaram ao envolvimento de Sirius e Alfa & Ômega, que por sua vez acabou por atrelar nesse processo político à participação da Federação e de seus grupos. O grande amigo e emissário dos Mestres Ascensionados por parte dos Draconianos foi a energia mental e material de Potolak, um ser espiritual que encarnou como ser imaterial e material que dominava o poder sobre as realidades holográficas e podia se manifestar além da fronteira do tempo e espaço e das realidades que estavam sendo criadas em paralelo em cada sistema de Satânia. Esse mestre foi um dos grandes pacificadores e intermediários entre diversos conflitos dos draconianos contra os humanos, que acabou dando origem a uma raça híbrida semelhante aos Dracos de Vega, que possuía genética de humanos e draconianos humanoides. Essa raça foi a que gradualmente acabou por ser a líder dentro de Órion e do que viria a ser o Império de Órion e serviu de trampolim para as energias negativas da Ordem do Dragão Negro, proveniente da galáxia de Arconis através dos portais de Rígel.
A Federação Intergaláctica colocou dentro dos pontos estratégicos e principalmente em Betelgeuse e Bellatrix, representantes de diversos centros políticos de poder do nosso quadrante local. Esses pontos com o tempo acabaram por desenvolver próximo à estrela de Alnilan e Mintaka, uma grande estação orbital avançada que servia de posto de vigilância sobre as atividades dos grupos potencialmente opositores à Federação e à “Paz” que a Federação considerava legal, pois muitas questões políticas estavam presentes nesse desenrolar. Nas proximidades de Mintaka e da estrela Mijirani, um grande astro do tamanho da nossa Lua foi transformado em base operacional móvel, que poderia se locomover com potentes projetores de partículas, servindo de porta-aviões para as delegações da Federação. No entanto, a tecnologia ainda era muito rudimentar para permitir grandes conquistas nesse sentido e as viagens dentro desse sistema eram efetuadas em semanas e meses, o que ainda demonstrava sistemas muito primitivos de propulsores a plasma e impulsos de partículas de onda, o que limitava em muito as viagens materiais desses aparelhos. No entanto, a tecnologia psíquica dos draconianos era bem mais avançada e permitia a propagação da consciência em segundos para os mundos externos da federação. Por esse motivo a superioridade técnica dos draconianos e de seus grupos. Oficialmente não existia uma guerra, apenas apreensões políticas do ponto de vista operacional dos grupos que desenvolviam as colonizações e a problemática da fusão de interesses em alguns planetas, o que poderia criar um conflito, pois em geral os draconianos consideravam as formas humanoides, fracas e invasoras, por terem sido plasmadas posteriormente dentro da criação e por serem mais delicadas, com um plano emocional muito mais desenvolvido e, portanto, vulneráveis.
A Federação não era uma instituição santa, como muitos acreditam, pois assim como aqui na Terra, a ONU desenvolve atividades conforme os interesses políticos dos países mais poderosos, o mesmo ocorria com as delegações que compunham a Federação, que passou por diversos estágios de crescimento e amadurecimento devido à presença de diversas raças e ideais políticos e emocionais. Nesse ponto, a Federação ou aliança Draconiana era muito mais coesa e íntegra, pois existia uma ideologia universalista, como de uma consciência coletiva que coordenava as ações e interesses dos draconianos de forma genérica, o que não ocorria com as formas humanoides e Adâmicas. O que para os Draconianos era um ponto de não confiabilidade nos humanoides, ocasionando uma guerra fria, pois como confiar em seres emotivamente instáveis e frágeis, que usavam jogadas políticas para enganar a seus próprios semelhantes?
A Aliança Draco sempre teve a intenção, mesmo através da manipulação, de construir um império unido com um único ideal de conquista e estabilidade emocional e mental, para que todas as formas draconianas e suas novas criações pudessem gradualmente expandir a sua consciência e criatividade, como tinha sido previsto por Baal.
A presença de pesquisadores de Arcon, um sistema estelar há cerca de 235 mil anos luz de Betelgeuse foi interessante, pois esses seres energéticos que eram do arquétipo Adâmico, proveniente de outros universos, dos quais Micah e Emmanuel os tinham aperfeiçoado, estavam presentes para ajudar no processo evolutivo consciencial das diversas formas de vida. Os Arcônidas não interferiam diretamente no processo político, mas ajudavam a consolidar as boas ideias de ambas as partes para ajudar no desenvolvimento. A presença dos Arcônidas está ligada aos interesses de outras forças políticas da nossa Galáxia, que pertencem a Impérios de Luz e colonizações intergalácticas das quais pouco se sabe, pois a nossa história e Cosmogênese está focalizada em pontos muito próximos como já detalhamos, algo em torno a um raio de ação operacional de 4.700 anos luz, o que é ridículo, se comparado ao tamanho da nossa Via Láctea, que possui mais de 100.000 anos luz de diâmetro dentro dos cálculos  inexatos da NASA, pois na realidade o  diâmetro operacional do campo de matéria multidimensional da nossa galáxia ocupa um valor aproximado de 1,2 milhões de anos luz, limitando-se no espaço intergaláctico com Andrômeda, além da fronteira do que denominamos de 4ª dimensão. Portanto, o processo evolutivo que envolve as lendas e a política de Satânia é apenas um aspecto local, que possui reflexão em outros pontos da galáxia e de outras galáxias como Andrômeda, Aeolo, Arconis e outros centros galácticos de poder, como já foi descrito em outros trabalhos, especificamente no livro Confederação 2. Mas a vida dentro da nossa galáxia é bem mais ampla e numerosa do que podem imaginar, devido às dimensões e ao número de astros que supera valores de 5,3 quatrilhões de planetas e corpos que podem ter vida. Assim a saga de Órion e Satânia, que envolve Sirius, Vênus, Terra, Arcturos, Aldebarã, Zeta Reticuli, Vega, Lira, Canopus, Fênix, Plutão, Alfa Centauro, Beta Centauro, Eridanus, Tau Ceti, Gama Ceti, Rígel, Plêiades, M-42, Deneb, Altair, Betelgeuse, e tantos outros astros, são na realidade astros do círculo interno do quadrante local, que envolve além de Satânia outros quadrantes locais muito próximos, que representam um nódulo reflexo do universo de livre arbítrio e de polaridade de Nebadon.
A nossa galáxia é um ser vivo muito mais profundo e complexo do que imaginamos, pois é muito maior e possui uma forma de disco com diversos nódulos e subgrupos internos que são quadrantes operacionais de experiências holográficas para as almas que nela se manifestam como em nosso caso aqui na Terra e nos mundos já citados, que têm relação com nosso processo evolutivo.
O nosso quadrante em particular, dentro da Via Láctea, é um cenário de estudos e um lugar de experiências, onde muitos arquitetos do projeto holográfico escolheram como centro das suas manipulações para desenvolver protótipos raciais avançados, o que por sua vez vinha de encontro aos interesses de Anhotak que procurava desenvolver seu foco dentro do grupo das 21 galáxias, em oposição à postura de Micah e seus seguidores.
Com o passar do tempo a tecnologia e as invenções no campo da atomística, geometria sagrada e campos unificados de interação molecular e energética, foram sendo plasmados como realidade e a computação se tornou um caminho infinito para o poder sobre as realidades psíquicas de cada grupo operacional dentro das realidades de 5ª dimensão e as sucessivas mais densas. Assim, os impérios foram se formatando, o poder entre ambas as linhas se manteve tênue, mas pacífico, sendo que gradualmente as diferenças políticas entre as federações e os humanos colocavam ainda mais em evidência a instabilidade emocional e psíquica dos Adâmicos frente à forma estrutural e coletiva consciencial dos draconianos de Órion e de Rígel, que estavam em vias de se unirem frente a um único governo e interesse.
A religião e lenda de Baal foi sendo gradualmente desenvolvida e representava uma linha psíquica única de conquistar um universo material perfeito para seu Deus Criador, da mesma forma que outras linhas humanas pregavam, mas com diferenças políticas muito acentuadas, o que não ocorria dessa forma tão elevada nos draconianos, que mantinham uma linha mais equilibrada de consciência e existia todo um trabalho de mídia e técnicas para garantir a unidade das raças draconianas e seus parentes. A divisão dentro dos draconianos começou a se manifestar quando surgiu o primeiro aspecto de confronto pelo poder com alguns focos da Federação, mas onde o bom senso dos sábios draconianos como Potolak, estava presente nas diligências políticas de Draco, Órion e Rígel.
No entanto, os rumos tomados pela política interplanetária estavam nas consciências das almas que tinham encarnado e se comprometido com suas  questões pessoais de  poder, ou  manipulações e vampirizações provenientes de Satanás e sua equipe, que surgia como um grande líder político e militar, que unificaria definitivamente Rígel e Órion, com um contingente de  mais de 65 bilhões de draconianos e uma frota operacional de 3,4 milhões de unidades de múltiplas características, entre elas as militares e de colonização.
No decorrer de 4 milhões de anos, Satanás em diversas encarnações conseguiu  junto com suas equipes de almas que estavam comprometidas com Satã, Toalk, Anhotak, Maladenity e Bashavi-Shiva-Relt, desenvolver um plano de unificação ideológica para toda Satânia e pontos estratégicos como Vega, Sirius, Plêiades e Centauro, processos que viriam estremecer as bases frágeis da Federação e de seus grupos, que em muitos aspectos lutavam pela verdade e estabilidade consciencial, pois a Federação contava com a presença de muitas federações Draconianas e  subespécies draconianas, como tinha sido previsto em acordos bilaterais de paz e  colonização do espaço.
O avanço dessa liga já contava com um número de cerca de 1.267 planetas colonizados e com cerca de 4.300 planetas envolvidos entre o perímetro operacional de 14.765,48 anos Luz, que foi trabalhado por este processo experimental de bilhões de almas, que compreendia os quadrantes e constelações das 12 casas do zodíaco humano, que representam regiões próximas e dentro do raio operacional de 4.700 anos luz.
Isso explica a importância dessas 12 casas dentro da matriz genética dos seres humanos e da própria Cabala, além de outras relações energéticas que estão ligadas a padrões vibracionais e psíquicos com cada uma dessas constelações e suas representações vibracionais para as humanidades da Terra e dentro desse perímetro operacional.
Para que possam ter uma base comparativa, se considerarem que o diâmetro da Via Láctea é de aproximadamente 100 mil anos luz e aplicarmos sobre seu raio de cerca de 50 mil anos luz, o perímetro operacional de área a ser trabalhada é de aproximadamente 157.079,63 anos luz, mais de 10 vezes superior ao perímetro que foi utilizado pelo processo evolutivo e aventuras de consciência das formas de vida de Satânia. Isso representa um reflexo muito importante para toda a galáxia, pois apenas um quadrante foi capaz de interferir com cerca de 11% da energia criativa de uma galáxia e efetuar reflexos em outras galáxias. No entanto é apenas uma parte que está relacionada a outras situações energéticas e cármicas da galáxia, ligadas à Terra e seus reflexos alternativos. O restante da galáxia possui outras histórias evolutivas e contextos que nunca foram colocados na consciência dos terráqueos, por não ter ressonância com Satânia, como é o caso dos Arcônidas e milhares de outras formas de vida além desse perímetro.
O Império de Órion foi formado das lideranças de Rígel, Órion e Saiph pela liderança e conquistas políticas de Satanás, que representava o alto comando político e militar das operações secretas  dos interesses desse grupo, que por sua vez controlava via espionagem as ações da Federação e de outros grupos independentes, que não aceitavam as ponderações políticas de grupos estrangeiros, pois na realidade a fama da Federação não era das melhores, devido a suas mudanças de atitude e postura ética, de acordo com os grupos que as representavam. Por esse motivo, houveram muitas mudanças na estrutura hierárquica da federação, para inserir dentro dela um equilíbrio e não a predominância de grupos como tinha ocorrido muitas vezes, que levaram seus interesses pessoais a interferir nos interesses da maioria ou da própria federação. Assim, existiam muitos grupos estelares que não aceitavam a federação como uma autoridade política ou intercâmbio em seus mundos, apenas a toleravam, como aos draconianos. Esses grupos representavam pontos a serem conquistados e anexados pelo Império de Órion, de forma a drenar ainda mais a ação da federação, embora muitos grupos draconianos estivessem filiados à federação, como tinha sido previsto e era parte da estratégia de Satã, além de ser um desejo de Lúcifer nos altos escalões, pois todos eram seus filhos.
A verdadeira intenção da formação da Federação estava consolidada, na fraternidade e unificação consciencial de todas as formas de vida para que gradualmente superassem suas limitações psíquicas e raciais, além de dogmas religiosos, que eram comuns dentro de um processo de democratização que era uma das propostas dessa grande fraternidade. O processo era difícil e todas as linhas psíquicas sutis e extrafísicas sabiam dos obstáculos que seriam enfrentados e dos problemas que surgiriam. Por esse motivo tantas almas ligadas ao projeto Avatárico[2] manifestaram seus projetos e novas diretrizes para a unificação dos grupos, gerando assim uma irmandade. Mesmo dentro do Império de Órion, existia uma intenção de unificação, para que uma grande guerra pelo poder fosse descartada, pois dentro de cerca de 700 espécies ligadas a matriz genética dos Draconianos, existiam 65 bilhões de almas que poderiam levar a um caos completo a todo o perímetro existencial da Via Láctea. Assim, um projeto de unificação e conscientização tinha que ser efetuado e Satã e seus discípulos serviram sem perceber a esse propósito de unificação, mesmo que com outras intenções com relação ao poder e a como utilizá-lo nas múltiplas realidades existenciais dos domínios que eles tinham.
Entre os enviados de Alfa & Ômega através da energia da frota de Sirius, estava a diplomata e embaixatriz Palanises, que trabalhara muito no aspecto de pacificação interna da Federação, que assim como todo processo político, passava por etapas de adaptação e superação de conceitos. Outro aliado poderoso de Palanises, era o Almirante estelar de Alfa Centauro, Ashtar Sheran e ShtarRog, que como membro do conselho militar e colonizador de Sirius, procurava junto a Ashtar técnicas e manipulações políticas para apaziguar as divergências internas da Federação, que por sua vez se enfraquecia frente a pequenos conflitos com algumas delegações Draconianas, em Draco e em Rígel. Através da energia superior e sutil dos Arcanjos, foi desenvolvido um plano onde todas as linhas voltadas ao entendimento e unificação se encontrariam e fariam a sua parte para o bem-estar comum de todas as raças. Assim, os enviados da Federação e embaixadores do Império de Órion, desenvolveram parâmetros para suas ações e expansão frente ao universo vizinho, que suas tecnologias permitiam vasculhar e utilizar.
Portanto ao contrário do que muitas pessoas acreditam, as bases do Império de Órion foram estabelecidas dentro de uma intenção pacífica e com interesse de evitar a segregação racial frente a tantas divergências raciais e ideológicas. Por esse motivo, o caminho para que as raças do Império de Órion se estabilizassem não foi curto e manso, porque houveram muitos incidentes e adaptações psicológicas para que esse processo ocorresse, mesmo com a participação dos Cenak, que possuíam elevados poderes cerebrais, assim como algumas formas de Rígel e de Draco, no sistema de Dracônia, onde os arquétipos mais antigos dos Draconianos estavam presentes.  O Império de Órion é na verdade uma Federação Intergaláctica de Draconianos, que sustentou uma intenção benéfica e austera por milhares de anos. Mas devido às intenções negativas e imperialistas de Anhotak e seus pupilos, esse processo e conjunto de intenções foram sendo gradualmente manipulados e modificados, à medida que o Império de Órion estava se consolidando e, sem que os próprios  agentes desse processo percebessem, foram mudanças muito sutis,  acompanhadas de diversos incidentes políticos em relação às outras formas de vida não draconianas e a Federação e as Casas de Comércio, que por sua vez desenvolviam um papel político e mercantil muito relevante, que deu origem a diversos mal entendidos e conflitos, pois o número de mercenários ligados a casas de Comércio clandestinas e mercado negro, era bem mais  amplo do que oficialmente estava contabilizado por ambas as potências e os outros grupos isolados.
As Casas de Comércio tinham um poder político devido a sua ação mercantilista e interesses nas colônias mineradoras, que eram um dos grandes aspectos de poder e influência política dentro dos grupos existentes, assim as disputas com os Draconianos se consolidaram nesse campo, pois os Draconianos detinham um elevado número de planetas, com riquezas naturais e minerais que eram de importância para a Federação e toda a comunidade estelar em franca expansão e desenvolvimento tecnológico. Os recursos Draconianos estavam em média cerca de 57% acima dos recursos da liga da Federação, pois eram recursos existentes em mundos dentro das condições ambientais naturais de muitas raças draconianas, inclusive raças que respiravam outras formas de composição gasosa, como metano, amônia e similares, o que dentro do ponto de vista astrofísico, são mundos em maior quantidade percentualmente a planetas com oxigênio como a Terra ou Órion. Por esse motivo eram mundos ligados a forma Draconiana de existência.  Eram poucas as formas humanoides que detinham essa capacidade de sobrevivência nesse tipo de mundo, onde a gravidade e condições ambientais são extremas, embora o número de federados que respiravam combinações com elevado percentual de nitrogênio era muito comum. Assim, as pesquisas da Federação e das Casas de Comércio em mundos de metano ou amônia, eram mais reduzidas, mas recebiam uma atenção especial devido às grandes riquezas que esses mundos mais brutos ofereciam sem maiores complicações de prospecção mineral e profundas perfurações com sofisticados equipamentos, onde o número de vítimas era bem elevado. Assim, o uso de escravos era uma condição em franca discussão pelas autoridades da Federação e em outros grupos dentro do Império de Órion, que com o desenvolvimento tecnológico, ofereceu a robótica como solução para as operações de mineração mais arriscadas.
A prática da escravidão foi uma linha comum em ambas as formas imperialistas de evolução e convívio social, pois era mais fácil e cômoda. Tanto nos principais grupos da Federação como em Sirius, Centauro, Arcturos, Aldebarã e muitos outros utilizavam o uso de mão escrava, como em muitas delegações Draconianas. A prova disso são as nossas lendas aqui na Terra, como por exemplo, as lendas assírias sobre o povo do planeta Fênix e de Marduk, que escravizavam a mão de obra Negra da África, para explorar as profundas cavernas vulcânicas desse continente, de acordo com informações contidas em importantes registros, além de outras revelações feitas nesse sentido pelos Egípcios, Atlantes e outras civilizações. Portanto, a prática da escravidão é algo que vem de muito tempo, dentro do processo consciencial das raças siderais, que também tinham que passar pelos seus próprios processos e etapas morais e fraternais até abolirem as etapas negativas de seus processos de adaptação e compreensão da luz dentro de seus corações.
Ashtar Sheran e ShtarRog foram importantes combatentes ao processo de escravização de formas de vida mais simples e primitivas, chegando a desenvolver rebeliões e quebras dentro da política imunda em diversas ocasiões negras da política da Federação. Momentos que grande parte dos Federados negam que estiveram presentes em muitas ocasiões, dentro das diversas Federações que já existiram e suas reformas conscienciais.
Outro aventureiro espacial ligado à proposta de unificação e paz do grupo interno de Satânia, era Ganeshi, que esteve lendariamente presente na Terra há milhares de anos. Esse ser era originário do principal planeta da estrela de Betelgeuse, que por sua vez era um dos líderes da casa de Comércio de Actaneshi, fundada por sua família que mantinha importantes entrepostos comerciais entre as 3 Marias, ou seja, Mintaka, Alnilan e Alnitak. Ganeshi foi um dos mais fortes ativistas dos interesses de Kwan Yin e Rowena dentro desse setor, chegando a negociar com muitas delegações de Rígel e Órion tratados de mútua ajuda mercantil e exploração em mundos sob a proteção de Dracônia e Órion, assim como a possibilidade de eles também explorarem mundos sob a influência territorial da Federação e da sua Casa de Comércio Actaneshi. Essa possibilidade foi uma importante abertura política, que permitiu a participação de outras Casas de Comércio dentro de parâmetros equivalentes, para uma parceria que foi bem duradoura, pois muitos aspectos tecnológicos empregavam recursos minerais e naturais semelhantes. Assim ambas as partes podiam por outro lado estudar as equivalências tecnológicas de seus potenciais inimigos seguindo os interesses militares dos altos oficiais e seus jogos de poder, que disfarçadamente estudavam o potencial do seu oponente invisível.
Existe um aspecto interessantes, que nem toda a Federação dispunha dos mesmos recursos tecnológicos e avanços dentro desse segmento, isso devido aos problemas políticos de adaptação dentro de diversas raças e seus interesses pessoais, sendo gradualmente combatidos e transmutados, existiam grupos de elite especiais dentro da própria federação, sendo que alguns desses grupos eram secretos dentro dos altos escalões da Federação. Frotas invisíveis que só entravam em ação em situações muito delicadas, e normalmente efetuavam pesquisas em regiões mais periféricas da galáxia e procuravam furar o campo de frequência do perímetro de influência do grupo estelar mencionado. Esses grupos estavam sediados em algumas delegações de Sirius, Arcturos, Plêiades e Centauro, das quais Ashtar era um dos almirantes de posse de diversos segredos, além de uma delegação secreta de Canopus, que estava além do orbe da Federação, por ser na verdade uma linha avançada da Confederação, com a qual Ashtar Sheran mantinha contato com outras realidades superiores, além do holograma convencional manifestado pelas almas em Satânia e arredores.
Justamente os líderes militares e políticos como Satanás estavam atrás desse tipo de contato e tecnologia, pois sabiam estar bem além da tecnologia empregada pelas outras ramificações da Federação. Em linhas gerais existia uma determinada equivalência entre as forças da Federação e do Império de Órion, mas o número da frota de Órion era bem superior à da Federação, além de serem naves desenvolvidas com um elevado potencial bélico, o que não ocorria nas naves de exploração da Federação.
Por outro lado, Anhotak tinha instruído Toalk e Satã para desenvolverem as altas tecnologias para grupos de elite de Dracônia e Órion, a fim de prepararem as futuras invasões contra as linhas da Federação.  Essa intenção tinha sido plasmada além da barreira temporal da situação existente nos planos da 6ª dimensão, onde os hologramas eram controlados a partir do mental superior dessas divindades comprometidas com o aspecto do Anticristo, aspecto que está cristalizado desde os planos superiores da 15ª dimensão onde Anhotak se manifesta como Divindade de Filho Criador ou Eternal, como pode ser também classificado. Por esse motivo, todas as formas de vida nos planos inferiores trabalham de acordo com programações detalhadas das próprias almas conscientes, que formatam os hologramas onde a alma encarna.
Essa frota Imperial secreta a exemplo da frota secreta da Federação, era composta pela mais elevada tecnologia transmitida de Arconis e Andrômeda, pelos outros focos Draconianos, com a intenção de supervisionar e servir de força de elite que deveria intimidar as próprias fileiras internas do Império de Órion, assim como a GESTAPO intimidava as tropas comuns do exército alemão na segunda guerra mundial. Essa frota de elite desempenhava um papel de pirataria e ocupacional em processos de colonização em mundos afastados, sem se identificar objetivamente. Assim era tida como uma lenda, pois seus oficiais eram desconhecidos e a sua real função e existência sempre eram apagados dos arquivos, existindo diversos grupo que serviam de fachada para sua real operação. Essa frota era o poder direto de Satanás e sua equipe encarnada, com cerca de 5.000 unidades de grande porte. Cada unidade de combate com capacidade de 8.000 tripulantes e sistemas de caça bombardeiros para 1.200 naves de ataque fulminante. Assim, o poder bélico dessa armada secreta contava com 6.000.000 de naves de ataque em média. Um poder respeitável para todo o quadrante, pois somente essa armada tinha condições de eliminar as frotas da Federação Unida de Planetas, pois seu armamento estava bem acima do desenvolvido pelas linhas convencionais da tecnologia da Federação. O poder bélico da Federação estava em cerca de 22.000 naves de combate, 12.000 de exploração e colonização.  Pois, na realidade, a Federação não tinha sido formatada como força armada, mas antes uma união para cuidar dos interesses políticos e mercantis de grupos estelares. O aspecto bélico tinha surgido por consequência, mas o grau de reprodução das raças Draconianas era muito mais elevado que das formas humanoides, o que explica esse elevado grau de construção de naves para a armada. A frota do Império de Órion era estruturada por cerca de 120 mil unidades, cerca de 5 vezes maior do que a Federação. Por esse motivo a presença de tantos negociadores e acordos de paz e trocas de favor, para evitar uma ofensiva por parte do Império de Órion, pois normalmente eles tinham a vantagem numérica, que algumas vezes era equilibrada pela astúcia dos cosmonautas da Federação e tecnologia mais refinada nos sistemas de defesa e propulsão, que detinham características superiores às naves da frota de Órion.

[1] Canalizado de Shtareer, sobre a destruição do planeta Maldek e a sua relação com a construção das Pirâmides da Terra, Marte e Maldek, para criar o portal estelar, junto com os Gracianos e Nodianos, há cerca de 252 milhões de anos em nossa escala relativa de tempo. 
[2] Projeto dos Mentores Siderais, que visava colocar em lugares estratégicos grandes Mestres Ascensionados para encarnar para gradualmente e desenvolver o despertar de consciência das almas presas aos hologramas e as energias trévicas, controladas pelos mentores e magos negros ligados a Anhotak. Tema abordado em detalhes no livro Confederação 2.

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Fonte:https://rodrigoromo.com.br/2016/04/13/orion-o-berco-da-luz-e-da-tecnologia/

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