COISAS QUE O GURU NUNCA LHE ENSINOU

COISAS QUE O GURU NUNCA LHE ENSINOU

(Maria Chambers)-08/02/17

Uma coisa que aprendemos por meio desse processo de iluminação encarnada é que a vibração do amor não é o que pensávamos que fosse.
Pensávamos que, ao exercer esse sentimento de amor em relação aos outros e a nós mesmos, traríamos tudo ao equilíbrio, de modo belo. E embora isso, em última instância ocorra, inicialmente, perturba as energias que toca. É por isso que os nossos corpos e a nossa vida parecem estar desmoronando-se. As energias estão apenas reorganizando-se, a fim de acomodar nossa Consciência Crística.
Disseram-nos que, como seres espirituais, é importante nos vermos todos como um com os demais. Ensinaram-nos a enviar luz e amor para os outros e para o resto do mundo. Mas, a verdade é que tudo o que precisamos fazer é amar a nós mesmos, e, nesse momento, naturalmente, o amor passa para o ambiente. Todavia, não significa necessariamente que tudo o que ele toca voltará ao equilíbrio. Você reparou que as suas energias atrapalham os aparelhos eletrônicos, às vezes: o seu computador ou o seu carro? Isso demonstra como é potente essa radiação. Pode também afetar outras pessoas, mas não necessariamente do jeito que pensamos.
Podemos afetar o equilíbrio da energia, enquanto caminhamos em um aposento, sem realmente tentarmos. Algumas pessoas sentirão essa radiação e isso as ajudará a se sentir mais em paz. Mas, outras, principalmente aquelas que possuem muita coisa internamente que não foi abordada, não vão gostar dessas energias, em absoluto.
Nosso brilho pode desconcertá-las energeticamente. Portanto, podem decidir deixar o aposento. Elas podem decidir deixar o seu complexo de apartamentos. Podem decidir deixar o emprego em que vocês trabalham juntos. Ou podem simplesmente tentar evitar a sua presença.
O que acontece com essas pessoas, e o que elas fazem com essa energia não é para você se preocupar. Ademais, se você tentar impor sua programação a elas, se tentar enviar-lhes paz e amor, não necessariamente vai ajudá-las.
Talvez elas não estejam interessadas ou prontas para experimentar a paz. Assim como não gostaríamos que alguma pessoa nos impusesse suas intenções, precisamos honrar o caminho de todos os outros. As orações pela paz mundial, que a comunidade espiritual acredita que sejam tão necessárias, não são realmente baseadas no amor. São baseadas na agenda pessoal.
Não há absolutamente nada de errado com relação ao lugar que o resto do mundo ocupa, independentemente de como possamos nos sentir. Trata-se, definitivamente, de um ambiente duro e denso. E tem uma baixa consciência em comparação ao lugar em que todos estão. Como mestre, não é nossa responsabilidade decidir o que é melhor para qualquer outra pessoa. Nosso único trabalho é nutrir a própria Consciência Crística.
E não é nossa preocupação o que a nossa luz faz com qualquer coisa ou com alguém. Estamos simplesmente sendo nós mesmos e irradiando isso. Estamos irradiando um tipo de alegria sensual que muito poucos neste planeta experimentaram.
BRILHO VERSUS CUIDADOS
É importante não confundir o seu brilho com os antigos padrões de cuidado/nutrição que vocês estão liberando. Porque, quando vocês diminuem a sua luz, a fim de acomodar outras pessoas, e tentar fazê-las se sentir mais confortáveis, isso não é irradiar a sua Consciência Crística.
Querer que os outros se sintam mais confortáveis, ou querer que os outros mudem a fim de nos sentirmos melhores é um conceito da velha energia. Estamos definitivamente deixando isso de lado. E o mesmo vale para o fato de querer que o nosso corpo e nossa mente estejam em perfeito equilíbrio, antes que possamos sentir a alegria da própria Consciência Crística. Simplesmente não funciona assim.
Permitir que o nosso corpo e a nossa mente sejam apenas como são. Isso é o novo amor. E é o que transforma tudo.
O mestre é muito perspicaz em referência a com quem e com o que ele quer participar. Toda essa noção de amar a todos e a tudo é um conceito da velha energia. As únicas coisas pelas quais o mestre é responsável é o amor a si mesmo e o seu brilho. Isso vai de encontro a tudo que fomos ensinados acerca da espiritualidade. Essas são as coisas que o guru nunca nos ensinou.
Mas o que acontece é, conforme integramos tudo o que somos, nosso humano e nosso divino, nosso masculino e/ou feminino, nossa escuridão e nossa luz, naturalmente somos uma presença pela qual tudo que nos cerca é abençoado.
OBJETIVOS E PROPÓSITOS TORNAM-SE IRRELEVANTES
Somos, então, o modelo para o novo humano. Um humano que está tão em equilíbrio interno, aceitando tanto a si mesmo e à vida, que não pode ajudar, mas ser o modelo a seguir. Os outros podem, então, ter a oportunidade de ser as próprias energias para nutrir-se e amar a si mesmos.
E não há como um ser tão amoroso consigo mesmo poder ferir o outro.
Em vez disso, eles são modelos de seres autossuficientes, amorosos consigo mesmos, pacíficos e apaixonados. São modelos para alguém que não precisa sair de si mesmos para extrair energia. Você consegue imaginar um mundo em que todos sejam a própria fonte? Eles não precisam competir mutuamente, lutar uns com os outros por bens, dinheiro, posição ou amor.
As outras pessoas têm o próprio papel a representar neste mundo, na arena pessoal, comunitária, social, empresarial e política. Se você se sentir atraído para qualquer uma dessas áreas, e quiser contribuir, isso é absolutamente por sua conta. Mas não pense, em nenhum momento, que é a sua obrigação, ou o seu trabalho curar ou salvar qualquer pessoa ou qualquer coisa neste mundo.
A verdade é que, enquanto você estiver nutrindo o próprio brilho, não há realmente nada específico que precise fazer, além daquilo que lhe traga alegria. Você pode ficar à toa, comer chocolates e assistir Netflix, ou pode construir uma empresa, ensinar, fazer algum de uma série de projetos criativos. Isso realmente não importa.
Na nova energia, objetivos e propósitos são realmente irrelevantes. É apenas uma questão do que você quer fazer? Porque você já cumpriu. Você está se tornando cada vez mais amoroso consigo mesmo e, em nível de alma, você já se sente realizado. Então, o que quer que você decida fazer, é apenas uma maneira de expressar essa sensação de realização. Assim, você estará trabalhando de dentro para fora. E, em última análise, trata-se somente de desfrutar da natureza sensual da própria vida.
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Tradução de Ivete Brito – adavai@me.com – www.adavai.wordpress.com

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